Com um atestado de incapacidade nas mãos, Sandra não via mais qualquer perspetiva de futuro até que a rádio lhe trouxe a resposta tão desejada

Há 20 anos em Portugal, Sandra, hoje, tem uma vida transformada, realizada, feliz e em paz, com um casamento abençoado e uma família unida, tendo recebido o maior de todos os tesouros, o batismo com o Espírito Santo. Mas, nem sempre foi assim: “Antes de chegar à Universal, na minha vida existia muito sofrimento, tanto na saúde, como na vida financeira e na família. Eu era uma pessoa cheia de complexos, com depressão e com um histórico de várias passagens por psiquiatras, psicólogos, parapsicólogos e neurologistas. Mas como nada resultava, acabei por recorrer ao espiritismo, aos centros de umbanda, candomblé, tudo novamente sem sucesso”.

SEM SAÍDA

“Um dia, após um ataque de pânico, fui parar ao hospital, onde passei a noite toda amarrada numa maca. Recebi alta uns dias depois e o médico disse-me que a medicina não podia fazer mais nada por mim, que eu iria passar o resto da minha vida a tomar remédios e até me passou um atestado de incapacidade. Mesmo revoltada com a situação, ainda fiquei durante um ano parada, a receber um subsídio de invalidez. Entretanto, casei e tive duas filhas, mas os problemas só pioraram ainda mais. Tornei-me uma pessoa cada vez mais triste, vazia, depressiva, sem perspetivas nenhumas e nada, nem ninguém me preenchia”.

NOVA VIDA

“Até que um dia, liguei a rádio por acaso e recebi um convite para ir à Universal. Apesar do preconceito, eu e o meu marido fomos, participámos na reunião e tudo o que ouvimos, era o que estávamos a viver. Naquele dia, pela primeira vez consegui dormir e ter esperança. Continuei a frequentar as reuniões e uma das coisas que me chamou a atenção foi a importância de praticar o que nos era ensinado e assim fui fazendo. Libertei-me dos complexos, da depressão, dos medos e do pânico, mas ainda me faltava o Espírito Santo e, então, comecei a buscá-Lo. Sacrifiquei tudo pela minha vida espiritual e, a partir daí, recebi a plenitude de vida, a paz, a alegria, a certeza e a confiança de que mesmo tendo os problemas podia resolvê-los. Todo aquele passado de sofrimento e de tristeza transformou-se numa vida nova e daí veio o desejo de vir para Portugal. Viemos sozinhos e começámos a nossa nova trajetória. Acabámos por ir parar à Figueira da Foz e conseguimos trazer as minhas filhas para cá também. Lutámos, ouvimos muitos nãos, mas permanecemos e constituímos a nossa empresa, um laboratório de próteses dentárias. De um atestado de incapacidade, hoje, dirijo a minha própria empresa!”

Sandra Ferreira

Fonte: Eu era assim

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