“Não aceitei ficar paraplégica”

Após ter sofrido uma queda aparatosa, Eliana passou a viver numa situação de dor constante, que lhe colocou em risco até a sua capacidade de locomoção

Após uma queda no quintal, Eliana bateu com a cabeça e o ombro no chão de cimento. A partir de então, começou o seu sofrimento e as constantes dores. “Tive que ir ao hospital diversas vezes para tomar remédios para aliviar a dor.

A princípio, eles achavam que era algum problema na cabeça, e fiz várias ressonâncias, mas não descobriam nada”, conta.

Como estava sem condições físicas para realizar as suas atividades de rotina, foi afastada do trabalho. O médico não tinha expetativa que ela voltasse a ter as mesmas condições físicas, passando-lhe uma declaração para dar entrada na reforma. Depois de dois meses a fazer vários exames e sem diagnóstico, foi encaminhada para o ortopedista, que através de alguns exames verificou que ela estava com um problema na cervical.

A HÉRNIA. O especialista descobriu que Eliana estava com uma hérnia na coluna cervical que comprimia a medula óssea. A região estava bastante inflamada, de tal maneira que se formou um nódulo grande na região abaixo da nuca. “O médico disse-me que se não fosse operada ficaria paraplégica. Não aceitei, pois jamais ficaria nessa condição”, diz.

O problema, para além de provocar fortes dores de cabeça, estava a causar-lhe dormência nos braços e pernas. Os especialistas não queriam perder tempo, dando seguimento para se fazer a cirurgia o quanto antes. Nesse instante, a revolta contra a situação nasceu em Eliana, pois sabia que uma cirurgia à coluna seria um procedimento arriscado e sem quaisquer garantias.

O MILAGRE. Eliana frequentava a Universal perto de uma década e as incertezas daquela situação e o seu sofrimento despertaram nela a prática do que aprendeu sobre a fé. Passou a frequentar a reunião da cura para lutar pelo seu milagre, para além de perseverar em orações e propósitos. “Todos os dias usava a água do milagre e cria que aquela circunstância seria superada”, diz.

“No dia em que me fui reunir com a junta médica que me iria operar, eles analisaram os novos exames e o médico chefe disse que não era necessário nenhum procedimento. Espantada, questionei-o, e ele disse que a minha coluna estava limpa, não havia nada na medula”, relata. Eliana saiu do hospital convicta de que estava curada e que Deus tinha-se manifestado na coluna dela. Hoje, ela é uma pessoa saudável e tem uma vida ativa normal.

Eliana Cassia – Universal Brasil

Fonte: Folha Universal (Michele Francisco)

Fonte: Folha de Portugal