“Agressões e insultos”. Fiéis da IURD dizem-se perseguidos

Humilhações públicas, queixas numa escola devido à forma como uma professora terá tratado uma criança, ameaças físicas e verbais, perda de clientes nos negócios, folhas de papel nas caixas de correio com ameaças escritas.E templos pintados com inscrições pouco abonatórias para a Igreja Universal do Reino de Deus. 

Este tem sido o dia-a-dia que os fiéis da IURD dizem viver desde dezembro quando surgiram as reportagens da TVI sobre um alegado esquema de adoções ilegais na Igreja. Uma série de programas em que foi questionada a forma como, na década de 90 do século passado, algumas crianças foram adotadas por elementos desta congregação quando estavam num lar. Ações que estão agora a ser investigadas pelo Ministério Público que procura saber se os procedimentos da altura foram corretos. E que já tiveram uma primeira indicação por parte da procuradora-geral da República que quando estava no Tribunal de Família e Menores (2001) terá analisado um caso em que nada de ilegal terá sido detetado.

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